Fábrica de Cultura Brasilândia realiza bate-papo com Nanette Blitz Konig, sobrevivente do holocausto

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A holandesa Nanette Blitz Konig fala sobre seu livro Eu sobrevivi ao Holocausto na periferia da zona norte da cidade

Como sobreviver a um campo de concentração? Estaria essa sobrevivência condicionada ao acaso do destino? Essas são algumas das perguntas que o livro Eu sobrevivi ao holocausto, da holandesa Nanette Blitz Konig, busca responder.
A escritora participa de um bate-papo sobre a obra na
Fábrica de Cultura Brasilândia no dia 4 de dezembro, terça-feira, às 15h.

Editada pela Universo dos Livros, a obra conta a história de um período em que Nanette e milhões de judeus foram entregues à própria sorte com a mínima chance de sobrevivência. Colega de classe de Anne Frank no colégio, Nanette teve a juventude roubada e perdeu a crença na inocência humana quando esteve diante da morte diversas vezes – situações em que fora colocada em virtude da brutalidade incompreensível dos nazistas. Hoje, aos 89 anos, Nanette vive no Brasil e expõe suas lembranças mais traumáticas aos leitores. Com um depoimento ao mesmo tempo sensível e brutal, ela questiona a capacidade de compaixão do ser humano, alertando o mundo sobre a necessidade urgente da tolerância entre os homens.

Serviço:
Nanette Blitz Konig –
Eu sobrevivi ao holocausto
Data: 4 de dezembro
Horário: Terça-feira, das 15h às 17h
Recomendação etária: livre
Atividade gratuita sem necessidade de inscrição prévia
Local:
Fábrica de Cultura Brasilândia
Av. General Penha Brasil, 2508 – Vila Nova Cachoeirinha – São Paulo
www.fabricasdecultura.org.br | Acessibilidade no local

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