O que queremos para nossos filhos?

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Que eles sejam apenas preenchidos com um monte de dados e fatos ou que sejam capazes de resolver problemas, pensar de forma criativa, interagir com o meio, acreditar no próprio sucesso, definir metas positivas e se organizar para alcança-las?
E quais as habilidades que permanecerão? Fazer perguntas, ter curiosidades, ser capaz de analisar imagens e letramentos variados e, acima de tudo, ter autonomia e senso crítico, tornando-os mais independentes, confiantes e que sejam agentes transformadores de uma sociedade aberta e dinâmica.
Uma pesquisa americana envolvendo mais de 300 mil alunos entre 5 e 13 anos de idade, apontou que alunos expostos a modelos de ensino que prezam o desenvolvimento social e emocional, apresentaram melhora nos seguintes aspectos: atitude em relação a si próprios, à escola e aos outros, conduta e comportamentos positivos, controle do estresse e da angústia, além da melhora no desempenho acadêmico, com sensível melhora nos resultados dos testes e nas notas escolares. O que mostra que o bom desempenho acadêmico não existe sem maturidade social e emocional,para que nossos alunos estejam preparados para os desafios da vida e do mercado de trabalho, é preciso enxergar que as diferentes partes do ser humano estão interligadas: necessidades emocionais, sociais e físicas.


Profª. Ilza Diniz Corrêa de Abreu
Fundadora e Diretora do
Colégio Delta

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