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Dia Internacional da Mulher também é sinônimo de cuidados com a saúde

Em 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher, data conhecida por reforçar temas de importância para o público feminino, adotada inclusive pela Organização das Nações Unidas, ampliando a conscientização por assuntos como  saúde e bem-estar.

O Hospital Paulista aproveita a celebração para destacar alguns cuidados relacionados à rinite hormonal, labirintite e otosclerose.

As mudanças hormonais pelas quais passam as mulheres, como na gravidez, podem trazer a maior ocorrência de algumas doenças. Entre elas, a rinite hormonal. A labirintite também tem maior incidência no público feminino por pré-disposição genética e fatores relacionados à menopausa. Já a otosclerose, que se caracteriza pela perda de audição condutiva, é um problema com maior incidência em mulheres.

Hormônios, genética e menopausa

A rinite alérgica pode ser agravada durante o ciclo menstrual, a puberdade, a gestação e por problemas na tireóide, por exemplo, e se dá porque temos receptores hormonais dentro do nariz. Ou seja, quando os hormônios se alteram, ficam em maior ou menor quantidade dentro do sangue, e podem fazer o nariz inchar ou inflamar, levando a rinite hormonal”, afirma a Dra. Sheila Tamiso, otorrinolaringologista do Hospital Paulista.

Já a labirintite ocorre por pré-disposição genética, e acomete principalmente as mulheres. Apesar de não ter uma faixa etária específica, afeta mais pessoas acima de 50 anos, como consequência de alterações metabólicas e vasculares.

Problema menos comum, a otosclerose é uma condição genética que pode causar surdez, geralmente em um dos ouvidos, e é transmitida apenas pelo sexo feminino, de mãe para filha. Além disso, a gravidez pode piorar o quadro de quem já tem essa pré-disposição, que costuma surgir a partir dos 30 ou 40 anos.

Vale ressaltar que a mulher deve cuidar da saúde indo periodicamente ao médico, inclusive ao otorrinolaringologista, já que questões tão comuns, como as hormonais, podem gerar diferentes problemas, e muitas nem se dão conta disso”, finaliza a especialista do Hospital Paulista.

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