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Projeto transforma passos e desafios pessoais em benefícios para a Amazônia

Foto: Divulgação  –  

O Run4Amazonia incentiva a prática da corrida, caminhada e a proteção do maior patrimônio verde mundial

As notícias sobre a devastação da Floresta Amazônica estão cada vez mais frequentes e em evidência global. No ano passado, a região registrou recordes de focos de incêndio e de área desmatada. Segundo o INPE, cerca de 11,1 mil km² da Amazônia legal foram destruídos, entre os meses de agosto de 2019 e julho de 2020. Isto representa quase 10% a mais que o mesmo período do ano anterior.Aliado ao propósito de atrair a atenção para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030 do pacto global, o Run4Amazonia nasceu como uma oportunidade de conectar pessoas, marcas e tecnologia, a uma causa importante: o apoio a proteção da vida na região amazônica.

Com o objetivo de colocar milhares de pessoas em várias partes do mundo para caminhar, correr ou pedalar em prol da Amazônia, no seu dia Internacional comemorado em 05 de setembro, o projeto propõe diferentes metas que podem ser cumpridas pelos participantes sozinhos ou acompanhados de amigos e até de pets.

Para participar, o interessado escolhe um dos desafios no site www.run4amazonia.com.br. Quanto maior a meta pessoal, mais prêmios o participante recebe entre: certificados, medalhas,camisetas e até itens artesanais como a Pulseira Nós e o Óleo de Andiroba. A ideia dos sócios, Roberto Conte Jr, do mercado esportivo, Cesar Kawabata, de tecnologia da informação e Ricardo Espirito Santo do segmento securitário, é ajudar a fomentar o empreendedorismo regional, envolvendo comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas. “Assim todos se conectam com a Amazônia logo que recebem os prêmios de participação”, explica Roberto.

Parte do valor das inscrições no projeto, também será revertido a entidades como a SOS Amazônia (no Rio Branco – Acre) e o Instituto de Desenvolvimento da Amazônia (Manaus – Amazonas) que atuam há mais de 15 anos na conservação da biodiversidade, uso de matéria prima com manejo responsável, capacitação das comunidades e detecção e combate aos focos de queimadas

No futuro,os empresários têm planos de constituir um ranking com vários países do mundo mais engajados com essa competição.“Conciliamos estilo de vida saudável, sustentabilidade, altruísmo e tecnologia em um só negócio que terá em breve um aplicativo. Esse é mais do que um projeto esportivo, estamos falando do desenvolvimento da humanidade. A qualidade do oxigênio necessário para praticar exercício e para o dia a dia também é nossa responsabilidade. O R4M é um convite para estimular mudanças no planeta e acreditamos que muitas pessoas vão adorar fazer parte desse desafio pela vida”, contou Roberto.

Como participar
O Run4Amazonia busca estimular participantes de diferentes idades, mesmo que não tenham o hábito de se exercitar. As inscrições para participar do projeto já estão disponíveis. O interessado acessa o site www.run4amazonia.com.br e faz o seu cadastro, escolhendo entre um dos desafios de 3k, 5k, 10k e 21k. Em seguida, é preciso baixar um dos apps de corrida gratuitos já existentes no mercado, são eles: Nike+ Running, Runkeeper, Strava, Runtastic e Sports Tracker.
O primeiro desafio tem data para acontecer, será em 5 de setembro, no Dia Internacional da Amazônia. Neste encontro, os inscritos poderão percorrer a meta escolhida correndo, caminhando, acompanhados ou não.
Depois deste marco, cada corredor escolhe o dia e hora que mais se adeque a sua agenda para a realização dos demais percursos. A cada novo desafio que realiza, o participante é premiado com uma medalha. Unidas, as medalhas formam uma mandala que remete aos termos de proteção da Amazônia.

Medalhas – Foto: Divulgação

Parte integrante dos prêmios, as pulseiras “Nós”, produzidas na Comunidade Ribeirinha Pedra Branca, da Ilha de Cotijuba no Pará, também formam um colar simbolizando o “elo” que o projeto busca estabelecer entre os participantes que, assim como o Run4Amazonia, defendem esse patrimônio universal.

Pulseira Nós – Foto: Divulgação

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